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«Que futuro tem um povo com uma juventude que vê recusada os direitos mais básicos?»

Essa é a pergunta que colocam a si mesmos os pais e muitíssimos cidadãos depois de ver como mais uma geração é condenada à prisão e ao exílio.

Trinta e quatro jovens estão vivendo neste mesmo instante um tormento, que já tiveram de padecer demasiados jovens. E durante cinco dias os agentes da Polícia espanhola e da Guarda Civil vão tentar arrancar-lhes confissões de culpa que servirão como prova para que um juiz decida quanto devem pagar pelo seu compromisso.

Porque, não nos deixemos enganar, todos os detidos são culpados.

Culpados de perder aulas, e mesmo de anular uma ou outra matrícula, por dedicar o seu tempo a tentar travar um processo que irá mercantilizar a educação e fechar as suas portas aos que menos têm.

Culpados de passar o tempo a arrumar espaços devastados para abrir as suas portas e os encher de cor, em vez de passar a vida no chat e a jogar videojogos numa loja.

Culpados de dedicar a sua juventude em reuniões intermináveis para se formar, debater e sonhar com uma sociedade mais justa.

Culpados de viajar até Roma para, longe de desfrutar uns dias de ócio, se acorrentarem à embaixada espanhola para reivindicar a independência de Euskal Herria e denunciar o desaparecimento do militante Jon Anza.

Culpados ao fim e ao cabo de tentar mudar um mundo injusto.

A perseguição contra a juventude não são novas e aí reside precisamente a sua ineficácia e o valor do compromisso destes jovens independentistas. Este ano cumprem-se 30 anos desde que a Jarrai começou a andar e desde então os seus militantes tiveram de enfrentar a repressão e a prisão. Mais, a maioria destes jovens são o testemunho de uma geração anterior que teve de pagar o compromisso com a mesma moeda. Apesar de conviverem com a sombra da repressão, optaram por seguir o que a sua consciência lhes ditava, para que o testemunho da independência tivesse continuidade. Podem cortar as flores, mas jamais conseguirão deter a Primavera.

Fonte: Gara

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Oihana LLORENTE | Associação de Solidariedade com Euskal Herria (ASEH) | 27-11-2009 a las 3:04 | 73 lecturas
www.kaosenlared.net/noticia/culpados-de-tentar-mudar-mundo

AMERICANO SOMOS TODOS DO CONTINENTE AMERICANO, ENTÃO POR FAVOR, QUANDO ALGUÉM SE REFERIR AOS ESTADOS UNIDOS, NÃO O CHAME DE AMERICANO, POIS É UMA OFENÇA A TODOS NÓS,SE ALGUÉM O ASSIM FIZER, PROTESTE E DEFENDA SUA AMERICANIDADE COMO LATINAMERICANO, POIS NO BRASIL PODE SER COMUM E PASSAR BATIDO MAS, PARA NOSSOS HERMANOS DE AMERICA LATINA É UMA GRANDE FALTA DE RESPEITO E HUMILHAÇÃO A DEFINIÇÃO-TÍTULO DE AMERICANO PARA OS ESTADUNIDENSES, GRINGOS,IANQUIS,USENSES OU STUPED WHITE MENS,O QUE SEJA.

OBRIGADO PELA ATENÇÃO!
SAUDACÕES REBELDES!
CAZ! SP BR